segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Facebook é processado por espiar mensagens privadas dos usuários

O Facebook está sendo confrontado nos Estados Unidos um processo coletivo devido a denúncias de que fiscaliza as mensagens privadas dos usuários.
O processo, obtido em um tribunal do norte do Estado americano da Califórnia, cita que, quando os usuários da rede social dividem um link para outra página através da mensagem particular, o Facebook analisa a mensagem para cometer um perfil da agilidade do usuário na web.
Os responsáveis pela ação alegam que o Facebook intercepta estas mensagens sistematicamente para recolher dados dos usuários e lucrar ao compartilhar o que consegue com empresas de propaganda que agregam dados.
Por esta razão, a ação estabelece o acerto de US$ 100 para cada dia em que a rede social concretizou as conjecturadas infrações de privacidade, ou US$ 10 mil por cada usuário.
O Facebook, entretanto, relatou que as denúncias ‘não têm valor’. E disse que vão se resguardar energicamente.
A ação menciona uma análise independente que afirma ter encontrado que o Facebook pondera o teor das mensagens particulares dos usuários ‘para desígnios não pautados à simplificação da difusão da mensagem’.
Conforme o processo, pela ocasião de os usuários confiarem que estão participando em um serviço livre de monitoramento, é presumível que eles despontem ocorrências sobre eles mesmos que não falariam se conhecessem que o teor estava sendo fiscalizados.
Há quatro meses, a rede social foi recriminada devido a uma sugestão de alteração em sua política que iria consentir que publicidades fossem instituídas empregando nomes e fotos de perfil dos usuários.
A empresa declarou que esta sugerida somente desandava a ser mais evidente a linguagem de sua política de privacidade e não bancava qualquer modificação palpável nesta política.
O Facebook assegurou trocar as palavras de sua política de privacidade após que um processo de 2011 procedeu no acerto de US$ 20 milhões para recompensar usuários que declararam que seus documentos foram utilizados pela rede social sem que eles apresentassem autorização expressa para tanto.

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